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NA HORA H

Ari Reis critica ‘transfusão’ e receita coerência ‘puro sangue’ na base do governo

Para o secretário de Saúde da Paraíba, os grupos e candidaturas de oposição representam “uma experiência negativa”.
Secretário de Saúde da Paraíba, Ari Reis — Foto: Divulgação
Secretário de Saúde da Paraíba, Ari Reis — Foto: Divulgação

O secretário de Saúde da Paraíba, Ari Reis, receitou, na noite dessa segunda-feira (27), “puro sangue” no voto e apoio da base aliada liderada pelo governador João Azevêdo (PSB) e, ao defender “coerência e postura” e, usando linguagem médica, advertiu para o risco de ‘reações adversas” em dubiedade de posições.

“É muito arriscado você hemotransfundir componentes diferentes. O risco de reações adversas é muito alto. E eu acredito que ter um puro sangue é o caminho mais fácil a seguir”, disse durante entrevista ao Programa Hora H, da TV Norte Paraíba.

“Acredito que a gente precisa ter postura, precisa ter ideais, precisa defender as evidências. Defender o governo João Azevêdo. Defender o sucessor Lucas Ribeiro é defender a evidência de uma gestão que funciona”, defendeu, ressaltando que quem é “João é Lucas”.

Na entrevista, Ari Reis diagnosticou as candidaturas de oposição como representantes de um tempo de atraso em relação ao que considera avanços do atual governo na Saúde. “É muito importante a gente entender que a nossa decisão de em quatro e quatros anos de selecionar um grupo que é competente e dá continuidade a esse projeto de João Azevedo, é crucial para a Paraíba não dar esse passo atrás”, alertou.

Para o secretário, os grupos e candidaturas de oposição representam “uma experiência negativa”. “Tirando o grupo do governador João Azevêdo, todos os outros representam a velha política, representam o passado, representam o atraso na gestão e todos, comprovadamente, têm falhas graves, inclusive atuais, na gestão. E é nisso que a gente precisa focar e saber em quem vai acreditar no ano que vem para dar continuidade a esse trabalho”, argumentou.

Ele relembrou legados de governos passados: “E a gente sabe do passado, a gente sabe da história da Paraíba. De uma história que não tá muito distante, de que não tinha dinheiro pra saúde, não tinha dinheiro para segurança pública, não tinha combustível, tinha salário atrasado, a gente não quer esse grupo de volta”.

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