A Paraíba registra atualmente 18 empregadores incluídos na chamada “lista suja” do trabalho análogo à escravidão, conforme atualização divulgada pelo Governo Federal nesta segunda-feira (7). O levantamento reúne casos confirmados após processos administrativos concluídos, sem possibilidade de recurso.
No estado, a maior parte das irregularidades foi identificada em atividades ligadas à construção civil e pedreiras, setores que concentram os flagrantes de condições degradantes de trabalho.
Considerando ocorrências entre 2023 e 2025, cerca de 214 trabalhadores foram resgatados de situações análogas à escravidão na Paraíba. A inclusão dos empregadores no cadastro ocorre apenas após decisão definitiva, e os nomes podem permanecer na lista por até dois anos antes de eventual retirada.
Em nível nacional, nomes como o cantor Amado Batista e a montadora BYD também aparecem na atualização mais recente da lista.



