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Eleitora que jogou urna no chão prestará serviço comunitário

O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná condenou na última sexta-feira (24/1) a professora Drielly Lopes por danos físicos à urna eletrônica. Durante o primeiro turno das presidenciais de 2018, a eleitora arrancou um aparelho da tomada e o atirou no chão. A mulher ainda sujou uma segunda urna com sangue.

Conforme publicação do Conjur, a corte decidiu que Drielly deverá pagar prestação pecuniária no valor de um salário mínimo, além de prestar serviços à comunidade.

O episódio ocorreu no Colégio Beltrão, em Ibiporã, município de Londrina. A urna atirada ao chão precisou ser substituída para que a votação tivesse prosseguimento. A mulher foi presa em flagrante, mas acabou liberada para responder ao processo em liberdade.

Em primeiro grau, Drielly foi condenada a cinco anos e dez meses de detenção em regime semiaberto, pena mínima para casos de dano à urna eletrônica.

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