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OPERAÇÃO PERFIDUS

‘Não toleramos o crime organizado’, afirma Lucas após prisão de delegado

Governador afirma que não haverá tolerância com criminosos após prisão de policiais suspeitos de ligação com o tráfico de drogas.
Governador Lucas Ribeiro — Foto: Reprodução/Programa Hora H
Governador Lucas Ribeiro — Foto: Reprodução/Programa Hora H

O governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), afirmou nesta terça-feira (2) que seu governo “não se curva e não tolera o crime organizado”, ao comentar os resultados da Operação Perfidus, deflagrada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público da Paraíba. A ação resultou na prisão de um delegado e dois investigadores suspeitos de envolvimento com organizações criminosas ligadas ao tráfico de drogas.

Em publicação nas redes sociais, o governador parabenizou as forças de segurança e destacou que a operação reflete o compromisso da gestão estadual com o enfrentamento ao crime organizado. Segundo Lucas, a investigação demonstra a capacidade do Estado de identificar e combater tentativas de infiltração criminosa na estrutura pública.

“Desarticular uma quadrilha desse porte, que tentava infiltrar-se na estrutura pública para se favorecer, mostra que nosso governo não se curva e não tolera o crime organizado”, declarou.

O governador também enviou um recado aos envolvidos com atividades criminosas, afirmando que as forças de segurança continuarão atuando com rigor. “Enquanto eu liderar este estado, as forças de segurança terão todo o meu apoio para agir com rigor e nós continuaremos combatendo facções com tecnologia, inteligência e estrutura”, afirmou.

A Operação Perfidus investiga um esquema de repasse de informações sigilosas a grupos criminosos. Entre os presos está o delegado da Polícia Civil Braz Morrone, além de dois agentes da corporação. Ao todo, estão sendo cumpridos nove mandados de prisão e 24 de busca e apreensão. A Justiça também determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 10 milhões dos investigados.

A quarta fase da operação é conduzida pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), pela Unidade de Inteligência Policial (UNINTELPOL) e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), em uma ação conjunta da Polícia Civil da Paraíba e do Ministério Público da Paraíba.

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