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João e o fim do aluguel de uma vida

Em solenidade marcada por emoção, mais de mil famílias receberam das mãos do governador João as tão aguardadas escrituras de suas casas.

A trajetória política de João Azevêdo em Rio Tinto é marcada pela transição de uma era de estagnação para um ciclo de entregas estruturantes. Historicamente, o município enfrentava gargalos que travavam seu desenvolvimento e feriam a dignidade da população, heranças de gestões passadas e de uma complexa teia jurídica e administrativa. O governador, com um perfil técnico aliado à sensibilidade política, conseguiu destravar pautas que por décadas foram tratadas apenas como promessas de palanque, transformando a realidade local através de investimentos diretos do Estado.

O caso das “casas da Companhia” é, sem dúvida, o capítulo mais emblemático dessa reconstrução. O imbróglio jurídico que envolvia o patrimônio da antiga fábrica têxtil mantinha milhares de famílias em uma insegurança habitacional angustiante. A intervenção direta do Governo do Estado, ao mediar e viabilizar a transferência definitiva desses imóveis para os moradores, não foi apenas uma ação administrativa, mas um ato de justiça social. Ao garantir o título de propriedade, Azevêdo devolveu aos rio-tintenses o direito de sonhar com o futuro dentro de suas próprias paredes.

Além da segurança do lar, a infraestrutura logística foi outro pilar de mudança. A pavimentação da estrada de acesso à Praia de Campina rompeu o isolamento de um dos maiores potenciais turísticos da região. O que antes era um caminho de difícil trafegabilidade tornou-se uma via de oportunidades, fomentando o comércio local e o turismo sustentável. Somado a isso, o Projeto de Travessias Urbanas repaginou o centro da cidade, melhorando a mobilidade e elevando a autoestima da população, que passou a ver em Rio Tinto um ambiente moderno e bem cuidado.

Em suma, a relação de João Azevêdo com Rio Tinto consolida um modelo de gestão que prioriza a solução de problemas históricos em vez da retórica vazia. Ao unir a regularização fundiária ao desenvolvimento de infraestrutura, o governo estadual não apenas asfaltou ruas ou entregou documentos; ele resgatou a dignidade de um povo que estava à margem das prioridades públicas. Hoje, Rio Tinto deixa para trás a sombra dos impasses para se firmar como um polo de crescimento e estabilidade no Litoral Norte paraibano.

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