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Gratidão e serviço: 20 anos de amor ao Rotary

Ser rotariana é acreditar que o bem é multiplicador.

Há datas que se gravam não apenas no calendário, mas na alma. Desde 27 de outubro de 2005, faço parte do Rotary Club Mamanguape Centenário, e posso dizer que essa caminhada transformou meu olhar sobre o mundo e sobre o poder que temos de servir com amor.

Ser rotariana é acreditar que o bem é multiplicador. É entender que cada ação — uma campanha de saúde, um gesto solidário, uma palavra de incentivo — é uma semente lançada em solo fértil.

O Rotary me ensinou que a verdadeira grandeza está no serviço desinteressado, na capacidade de enxergar a necessidade do outro e agir com empatia e compromisso.

O Rotary International nasceu em 23 de fevereiro de 1905, na cidade de Chicago (EUA), idealizado por Paul Harris, um homem que sonhava com um mundo unido pela amizade e pelo serviço.

Daquele pequeno grupo de profissionais que se reuniam em torno de valores éticos e solidários, nasceu um movimento que hoje está presente em todos os continentes.

Paul Harris dizia: “Talvez o verdadeiro caminho da felicidade esteja em ajudar os outros a encontrá-la.”

Essa frase ecoa em cada ação rotária, lembrando-nos de que servir é um privilégio, e não um fardo.

Com o passar das décadas, o Rotary cresceu, se internacionalizou e se tornou uma força global a favor da paz, da educação, da saúde e da dignidade humana. É emocionante saber que, em cada canto do planeta, há mãos rotarianas estendidas, levando esperança, erradicando doenças e transformando vidas.

Entre tantas ações transformadoras, o Rotary International tem um marco que enche de orgulho todos os que vestem este distintivo: é o grande responsável, junto a parceiros globais, pelo combate à paralisia infantil no mundo.

Graças ao esforço rotário, milhões de crianças foram vacinadas, e a poliomielite está prestes a ser completamente erradicada. É a prova viva de que o sonho de um grupo de pessoas pode mudar o destino da humanidade.

Em cada reunião, em cada projeto, em cada sorriso de quem foi alcançado pelo nosso trabalho, sinto o verdadeiro sentido do lema que nos guia: “Dar de si antes de pensar em si”.

Ser rotariana é ter orgulho de pertencer a uma família que acredita num mundo mais justo e humano, onde servir é mais do que um dever — é uma forma de viver.

O Rotary me fez compreender que o tempo mais bem empregado é aquele dedicado a servir. E, quando olho para essa trajetória que começou há duas décadas, meu coração se enche de gratidão e esperança.

Porque o orgulho de ser rotariana não está apenas em usar o distintivo, mas em carregar, todos os dias, o compromisso de transformar o mundo — um gesto de cada vez.

Gratidão imensa ao Rotary Club Mamanguape Centenário, onde encontrei companheiros e companheiras de ideais, amizade e propósito.

A cada reunião, a cada ação, reafirmo com emoção o que sinto desde o primeiro dia: orgulho de ser rotariana, orgulho de fazer parte desta grande família chamada Rotary.


Fátima Lelis – Antropóloga Social, rotariana e acadêmica da Associação Brasileira Rotária de Letras – Seção Paraíba (ABROL-PB). Conselheira do Conselho da Pessoa Idosa de Mamanguape e apresentadora do programa Direto ao Ponto, na Rádio Correio do Vale 94.1 FM.

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