Difícil hoje é conhecer alguém que não tenha rede social. São fotos, ‘textões’, vídeos, uma infinidade de conteúdos que tem ‘curtidas’, compartilhamentos. Mas, e quando o dono do perfil morre? O que fazer com esse material? No caso de Gugu Liberato, por exemplo, com a sua morte o número de seguidores cresceu 55,7%. Matéria do Jornal Correio deste domingo (8) aborda o assunto.



