Neste sábado, dia 25 de outubro, Mamanguape celebra 170 anos de emancipação política. Uma data que não marca apenas o tempo, mas reafirma a força de um povo que construiu sua história com coragem, esperança e amor pela terra onde nasceu.
Desde o seu surgimento, às margens do rio que lhe dá nome, Mamanguape se fez grande pela fé do seu povo, pela riqueza de sua cultura e pela bravura de seus filhos e filhas que, com trabalho e dedicação, ajudaram a escrever cada capítulo desta trajetória.
Terra de tradições, de encantos naturais e de um patrimônio histórico que fala por si, Mamanguape é símbolo de resistência e progresso no Vale do Mamanguape e no coração da Paraíba.
E como falar de Mamanguape sem lembrar de seus Filhos Ilustres, homens e mulheres que levaram o nome da cidade para além de suas fronteiras, contribuindo com a educação, a cultura, a política, as artes, a ciência e a fé.
Entre eles:
• Francisco João de Azevedo – inventor da máquina de escrever, cuja mente criativa trouxe à luz um marco tecnológico que reverbera até os dias de hoje.
• Carlos Dias Fernandes – escritor, jornalista, romancista, cuja sensibilidade e talento ajudaram a eternizar a alma nordestina e a força de sua terra natal.
• Castro Pinto – político, magistrado e professor, um dos grandes nomes que saíram de Mamanguape para atuar no Estado e na história brasileira.
• José Fernandes de Lima – usineiro, advogado, professor e político, que ajudou a moldar o desenvolvimento econômico e social da cidade e do estado.
• João Fernandes de Lima – irmão de José, igualmente ligado à usina, comércio e política, filho orgulhoso de Mamanguape.
• Álvaro Carvalho – escritor e político, dentre os tantos que deram voz à cidade por meio das letras e do serviço público.
• Padre Mathias Freire – figura religiosa, cuja missão estendeu-se além da paróquia, para a educação e cultura da cidade.
• Leonardo Filho – artista plástico premiado, que mostrou que de Mamanguape também nascem arte e sensibilidade além dos campos e fazendas.
• Miguel Levino de Oliveira Ramos – desembargador, cujo nome empresta ao fórum da cidade, símbolo de que dessa terra também sai a Justiça e o Direito.
• Marcos Cavalcanti de Albuquerque – magistrado e escritor, filho da cidade, que lembra a nova geração sobre o valor da educação e da cultura.
Hoje, mais do que comemorar, é tempo de agradecer aos que vieram antes e abriram caminhos, e aos que, com espírito público e amor à cidade, continuam construindo um futuro de oportunidades, justiça e desenvolvimento.



