
Manter as contas públicas equilibradas em tempos de oscilações econômicas é um desafio para qualquer gestor municipal. Quando essa organização se reverte em benefício direto para o bolso do trabalhador e para o comércio local, o planejamento deixa de ser apenas burocracia e passa a ser motor de desenvolvimento. É exatamente esse o cenário que se observa em Rio Tinto.
Nesta terça-feira (23), os servidores públicos do município recebem o pagamento da folha de junho. O detalhe que faz a diferença, no entanto, veio dias antes: no último dia 18, a prefeitura já havia realizado a antecipação da primeira parcela do 13º salário.
Se somarmos a isso a antecipação da folha de maio — realizada estrategicamente para coincidir com as festividades da padroeira Santa Rita de Cássia —, o resultado financeiro é impressionante. Em um intervalo de menos de 30 dias, o governo municipal injetou mais de R$ 12 milhões na economia de Rio Tinto. Esse montante não fica parado. Ele circula nas feiras, nos supermercados, nas lojas de confecções e no setor de serviços, gerando um efeito multiplicador que protege o comércio local e garante a manutenção de empregos.
O sucesso dessa engenharia financeira não acontece por acaso. Magna Gerbasi, atualmente em seu 4º mandato à frente do executivo municipal, consolidou uma marca que hoje serve de referência para toda a região. Ela foi pioneira no Vale do Mamanguape ao implementar uma política rigorosa de pagar os salários dentro do mês trabalhado, além de liderar a prática de antecipar folhas sempre que o fluxo de caixa permite.
O que no passado parecia uma meta distante para muitas prefeituras da região, em Rio Tinto virou rotina. A antecipação do 13º e o pagamento pontual de junho mostram que a responsabilidade fiscal e a sensibilidade social podem caminhar juntas. Em ano de grandes desafios, a gestão de Rio Tinto dá uma demonstração prática de que governar é, antes de tudo, eleger prioridades. Portanto, o servidor público e a economia local continuam no topo da lista.



